Descobri que escrever sem estar conectada é melhor. Deixa desligada da Internet e isso facilita a concentração, ou melhor, a inspiração. Porque dificilmente me concentro para abrir a válvula de escape.
Não gosto de dicas de cinema. Acho ruim indicar um filme sem conhecer a pessoa. E até mesmo conhecendo, às vezes ficamos um pouco decepcionados ao saber que a pessoa “tão conhecida” não gostou da tua indicação. Enfim, acho que sou meio neurótica quando assunto é cinema. Acredito que não existe filme ruim e sim, uma doutrina dos filmes certos. Se durante boa parte ou parte boa da tua vida assistir filmes certos, vai se tornar uma pessoa boa ou bem melhor. Enquanto não tenho dinheiro além de 12,00 semanais para alugar filmes que poucas pessoas procuram, que não foram sucessos de bilheteria e conversar sobre é quase como discutir violência com o presidente, fico no meu quarto, olhando dvd’s e mais dvd’s. Viajando na televisão. Começo no Irã, passo pelo Afeganistão e hoje estive pelo Camboja.
Odiando dicas de filmes como odeio erros ortográficos e esse post deve estar repleto, indico Cidade Fantasma. História fraquinha, nada de muito surpreendente... Eu até diria: Um filme ruim.
Porém, o local... Fez com que eu deixasse rolar os créditos apenas para fechar os olhos e ouvindo a música tema do filme, viajar ainda mais e notar o quanto somos pequenos. O quanto nosso “mundinho” é medíocre perto do mundão (que palavra feia) que existe lá fora. E in ou fe (lizmente) tenho essa sede. Não vou matá-la totalmente, mas tenho certeza que desidratada, não morro.
Atenção para a lição e o tapa na cara que o personagem Sok dá.
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